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Meu passado me condena: 17 coisas sobre sua infância impossíveis de negar

Infância é uma época mágica, não é mesmo? Pena que não volte, no entanto as lembranças ficam e algumas delas são no mínimo engraçadas. Vamos recordar então algumas das coisas que podem ter feito parte da sua fase mais louca da vida? Então clique em Leia Mais e bora ler!!!








 Primeira: Admita, você acordava cedo só para ver seu desenho preferido na tv e o sofá era sua parte preferida da casa. Tempo ruim? Isso era coisa de adulto, tudo era muito confortável nessa altura do campeonato.





 Segunda: Era louca(o) por Chaves e Chapolin, bem na verdade continua até hoje, afinal como não gostar daquelas atrapalhadas sem malícia, mesmo sabendo de cor e salteado todas as falas.




 Terceira: Quando queria se safar de alguma na escola ou disfarçar sua irresponsabilidade ou preguiça, você logo inventava uma desculpa como matar o avô, o tio (que inclusive já tinha morrido há séculos, bem menos mal, melhor que matar quem ainda não morreu). O problema é cuidar para não matar as mesmas pessoas mais de uma vez pois aí a farsa era descoberta.




 Quarta: Se você é da década de 90, com certeza brincava de salvar o mundo como Power Rangers e brigava para ser o da cor preferida, se as visitas estavam na sua casa então, quem mandava era você ( isso se você fazia o tipo mandão(mandona). Agradeça se você não foi daqueles que pegavam o capacete da moto ou bike do pai para fantasiar seus super poderes.




 Quinta: Não foram raras as vezes em que destruiu os batons de sua mãe ou ainda resolveu brincar de ''fígaro'' tosando o próprio cabelo, sendo assim qualquer poddle ou ovelhinha, ficariam lindos diante de seu novo corte ( a última moda em Paris). Que desespero! Só para as mães!!! Afinal cabelo cresce, não sei para que tantos gritos, né não minha gente????




 Sexta: No seu aniversário logo ficava de cara amarrada, pois o que queria mesmo ganhar era brinquedos! Será que é tão difícil dos convidados entenderem? Brinquedos, não calçados e roupas! Argh!!!




 Sétima: Quando você ganhava uns trocados já colocava em uma caixinha ou no velho amigo cofrinho e a cada nova moedinha, você já se sentia quase um milionário.




 Oitava: Era normal aplicar umas pegadinhas idiotas e fazer os primos de trouxas.  Máscaras, aranhas e outros insetos de borracha também eram diversão garantida quando o negócio era assustar a mãe ou as tias.





 Nona: Algumas vezes dava uma de ''mascote'' quebrando algumas coisas e escondendo em baixo do tapete ou nos lugares mais inusitados onde somente na sua mente mirabolante jamais seria descoberto e ainda jurava que não foi você, sendo que era a única pessoa presente no recinto no momento do delito.





 Décima: Jurava em falso até por Deus, mas cruzava os dedos pois acreditava que assim não daria em nada. E bem que morria de medo quando diziam que se engolisse o chiclé ficaria grudado em suas ''tripas'' (até descobrir que não).





 Décima primeira: Quando não estava lá muito sociável para falar ao telefone e sua mãe mandava você ligar para alguém, mentia que o número deu ocupado ou chamava e ninguém atendeu, quando na verdade você havia discado para o próprio número. ( Que as crianças de hoje não aprendam conosco lendo isso, amém!)





 Décima segunda: Experimentos científicos era com você mesma(o), o que não é de se admirar as vezes em que por exemplo: colocou o dedo na tomada para ver se realmente dava choque, ou quis testar pessoalmente se uma lâmpada acesa é mesmo quente, ou ainda aprisionar um pobre vaga-lume em seu quarto para ver se ele realmente brilhava. Peste? isso é elogio!





 Décima terceira: Você fingia cair da cama só para ser o centro das atenções por parte de seus pais ou ainda simulava estar sem sono ou com medo só para dormir na caminha quente e incomparável deles.




 Décima quarta: Também havia aqueles dias em que um simples arranhãozinho no joelho já era motivo para abrir um berreiro, a banheira parecia um precipício, afinal um bom drama mexicano também era com você e como é bom algumas vezes dar uma de vítima não é?




 Décima quinta: Confesse também que muitas vezes você escondia sua sobremesa favorita na geladeira e não oferecia para seu amiguinho ou parente. Que maldade! Para compensar isso comprometa-se à ensinar seus futuros filhos à ser diferente, por favor!




 Décima sexta: Você já bolou aquela festa de arromba com as crianças da vizinhança lá na sua casa, só que na sua cabeça a comida era o de menos, podendo até ser imaginária. Então lá ía seu pai resolver com biscoitos de bolacha Maria e suco.





 Décima sétima: E por fim aquela sua terrível mania de dizer que odiava tal comida sem sequer ter provado, pior ainda quando você ia em alguma casa almoçar e deixava os anfitriões com vergonha ao cuspir tudo de volta no prato ao ouvir do que se tratava realmente o cardápio, que até então você bem que havia adorado. Ahh bons tempos... pena que eles realmente não voltam! Mas se identificou com alguma dessas? Então não deixe de contar para a gente!!!





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